Antibióticos em odontologia

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Sabemos que o sistema imunológico do indivíduo é o grande responsável pela cura das infecções, sendo atribuído aos antibióticos um papel auxiliar, matando ou inibindo a reprodução dos microrganismos infectantes.

À medida que a pessoa mantém uma saúde equilibrada, bons hábitos de higiene e alimentação, evita o uso de álcool e cigarro, faz exercícios físicos, ela diminui a possibilidade de ser acometida por agentes nocivos, justamente por seu sistema imunológico estar mais apto a combatê-los.

Além disso, alguns procedimentos, como tratamento de canal, drenagem de abscessos, raspagens e cirurgias periodontais  agem diretamente sobre o problema, entrando o antibiótico como um auxiliar que, se bem indicado, certamente terá um papel importante na cura.

Quando esses processos infecciosos são acompanhados por febre, taquicardia, falta de apetite, mal estar geral  entre outros, torna-se imprescindível o seu uso. Havendo histórico de endocardite bacteriana, doenças vasculares ou algum grau de comprometimento do sistema imunológico por outros fatores, o uso de antibióticos será recomendado de acordo com a orientação do seu médico, em conjunto com seu dentista.

A escolha do antibiótico, quando necessário, deve ser muito criteriosa em relação ao tipo escolhido, ao tempo e à posologia. O grande problema hoje passa pelo uso indiscriminado dos antibióticos e a auto medicação, o que está contribuindo para selecionar e aumentar a população de bactérias resistentes.

As infecções agudas têm evolução rápida e curta duração, devendo então a prescrição antibiótica ter uma dose de ataque inicial, não exceder três dias e, com base nos sinais e sintomas, o profissional decidirá pela manutenção ou suspensão da mesma.

Jamais deve-se partir para a auto medicação, baseada em experiências de outras pessoas, notícias ou propagandas duvidosas. Essa atitude poderá trazer grandes prejuízos à saúde, pelo uso de dosagens ou medicamentos equivocados, que levarão à resistência bacteriana e surgimento de novos sintomas.

Dessa forma, o melhor é sempre confiar e ouvir o profissional da saúde que trata de você e de sua família e procurar sempre a prevenção e os cuidados próprios com sua saúde, pois as doenças são causadas por desequilíbrios nossos e cabe a cada um de nós mantê-la estável.

Yahoo

05/11/2016

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